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Uma dama que aprecia arte em todas as suas formas. Repleta de sonhos, imaginação e poesia.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

I ♥ Caramujos/ Snails

Caramujos têm sido minha nova paixão e fonte de inspiração para fofurices. Agora eu não os vejo mais apenas como um bichinho nojento, mas como um elemento fofo de um jardim mágico! Então decidi compartilhar com vocês as caramujices.

Snails have been my new passion and inspiration for cuteness. Now I don't see them as disgusting animals but as cratures from a magic garden! So I decided to sharesd with you my snail love.











E para finalizar, um vídeo muito fofo:
And now a very cute video:

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Não banalize o amor/ Don’t vulgarize love


Não banalize o amor!
Não diga “eu te amo” a qualquer pessoa!
Não entregue seu coração tão facilmente!
Não exiba o amor como um troféu!
Não faça promessas que não pode cumprir!
Não diga “para sempre” se nem mesmo sabe se vai durar até amanhã!
Não diga “apesar de qualquer coisa” se não consegue suportar se quer os pequenos infortúnios do dia a dia!
Não jogue palavras ao vento, não banalize!
Não tome anestésicos para o seu coração!
Não espere que o álcool cure suas dores!
Não queira restaurar seu coração em braços alheios!
Não pague na mesma moeda!
Não brinque com sentimentos, sejam os seus ou de outra pessoa!
Não fale sem pensar!
Não fale sem sentir!
Não pronuncie a palavra “amor” em vão!
Não machuque!
Não desvalorize!
Don’t vulgarize love!
Don’t say “I love you” to anyone!
Don’t give your heart so easily!
Don’t show love like a trophy!
Don’t promise what you can’t do!
Don’t say “forever” if you don’t know it will last until tomorrow!
Don’t say “despite anything” if you can’t stand little misfortune of everyday!
Don’t throw words into the wind, don’t vulgarize!
Don’t take anesthetics to your heart!
Don’t hope alcohol cure your pain!
Don’t want to repair your heart in other arms!
Don’t pay anyone in the same coin!
Don’t play with feelings, whether yours or another person!
Don’t say without thinking!
Don’t say without feeling!
Don’t say he word love in vain!
Don’t hurt!
Don’t disvalue!

Imagem/Picture: We heart it
quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Primeiro contato/ First Contact


Hoje é um dia demasiado lúgubre e não propício aos meus odes; porém de uma forma inusitada eu não pude deixar de me lembrar do meu primeiro contato com a morte. Desde muito cedo você sabe que um dia as pessoas morrem, mas não faz idéia do que seja a morte até alguém próximo a você morrer. Eu soube o que realmente era a morte quando tinha sete anos.
Nós morávamos com os meus avôs maternos e a minha avó era fisicamente debilitada devido ao reumatismo, porém sua mente era perfeitamente sã. Ela cuidava de mim, mesmo com as suas mãos fracas e doentes, e brincava comigo. No último dia em que ficamos juntos brincávamos com um chapéu colorido durante todo o dia.
Na manhã seguinte eu fui trabalhar com a minha mãe, mas antes eu passei no quarto dos meus avôs, eles estavam conversando e eu julguei que ela estava diferente, por isso não entrei para dizer que eu estava saindo com a minha mãe. Algumas horas depois ligaram no celular da minha mãe dizendo que a minha avó havia falecido. Voltamos para casa, providenciamos o velório, que para mim não passou de uma reunião de família em que eu e meus primos brincamos o tempo inteiro, eu ainda não entendia o que estava acontecendo.
Passado alguns dias eu fui ao quarto dos meus avôs antes de dormir, e como era de costume eu disse “Boa noite, vô! Boa noite, vó!” – mas apenas meu avô respondeu e eu senti um vazio enorme. Nesse momento, na minha cabeça de criança de sete anos de idade, eu entendi o que era a morte. Num dia uma pessoa existe e no outro deixa de existir.
Today is a gloomy day and it’s not appropriate to my odes, however I must to remember my first contact with death anyway. Since we were child we know people die, but we don’t know what is it until someone close die. I knew what it really is when I was seven.
We lived with my grandparents on my mother’s side and my granny had debilitated body because of rheumatism, but her mind was perfectly sane. She took care of me, and even with weak and sick hands, she played with me. During the last day we stay together we played with a colored hat all time.
In the morning later I went to work with my mother, but before I went to my grandparent’s room and they were talking and I thought she was strange, so I didn’t get in to say I was going with mom. Some hours later my mom received a calling and she said me granny was dead. We went back to home and made the deathwatch, it made no sense to me, it was just a family reunion. My cousins and I played all time, I didn’t understand what was happening.
Some days later I went to my grandparents’ room, and as it was usual I said “Goo night, grandpa! Good night, grandma!” – Just my grandpa answered me and I felt the emptiness filling me. In this moment, in my child mind, I understood what death is. One day a person exists and in the other she doesn’t exist more.
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