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Uma dama que aprecia arte em todas as suas formas. Repleta de sonhos, imaginação e poesia.

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domingo, 29 de setembro de 2013

Little Lord Fauntleroy [Livro e Filme]

Esse é o meu segundo post comparando um livro e um filme. O primeiro foi Ella Enchated.



Desde que eu li O jardim Secreto, fiquei encantada por conhecer a obra de Frances Hodgson Burnett na íntegra. Ela ficou mais conhecida pelas suas obras infanto-juvenil, e uma delas é Little Lord Fauntleroy, publicado em 1886. Em português o título foi traduzido como O pequeno lorde
Conta a história de Cedric Errol, um menino órfão de pai e que mora com a sua mãe num modesta casa em Nova York. Desde muito pequeno ele se mostra muito nobre em seus gestos e em sua aparência e ele conquista toda a vizinhaça, em especial Mr. Hobbs (um modesto comerciante) e Dick (um engraxate). Ele é sempre muito gentil e caridoso com todas a sua volta. Certo dia um cavalheiro visita sua casa, esse cavalheiro é Mr. Havisham, advogado do avô de Cedric. Ele explica ao menino e a sua mãe que seu avô é o Conde de Dorincourt e que o menino é o único sobrevivente da linhagem e por isso deve herdar o título e o avô exige que o neto vá morar com ele, mas a mãe não deve morar no castelo juntamente com o filho. Ela reluta em aceitar, mas acaba cedendo por achar que essa seria a vontade do seu falecido marido, mas pede que o avô jamais diga sobre o desprezo que ele tem por ela, visto que dessa forma Cedric possa nutrir sentimentos de afeto pelo avô. O Conde de Dorincourt é um senhor idoso e de coração frio, mas logo se afeiçoa ao neto que encanta a todos com o seu comportamento doce e nobre. 
Cedric sempre sabe lidar com as situações com diplomacia e bondade e suas virtudes são ressaltadas ao longo da história causando encantamento e surpresas ao leitor.

Para quem tem um kobo, pode baixar o livro gratuitamente pelo site no idioma original (confira).






Eu assisti à adaptação do livro feito em 1980 dirigida por Jack Gold. Há uma versão mais antiga, produzida em 1936 que eu pretendo assistir posteriormente. Eu vou comentar, logicamente, da versão que eu assisti.


Assim como o livro, a tradução do título do filme para o português ficou O pequeno lorde. O filme foi bem fiel ao livro, houve alteração apenas de alguns pequenos acontecimento que não atrapalharam na magia da história. Eu não me importo que a adaptação para o cinema fique diferente do livro, desde que mantenha as características mais importantes.

Eu escolhi essa história porque sempre dou exemplos de livros e filmes sobre princesas, mas agora quis citar uma história sobre príncipes que é ótima para inspirar quem é adapto(a) aos estilos ouji e dandy, mas não deixa de ser uma excelente história para as lolitas. 

PS: Estou com um pequeno probleminha no template do meu blog que em breve será corrigido.



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Semana 50: Pessoas que eu admiro

Achei que eu teria mais tempo para postar nessas férias. Ledo engano!!

Bem, mas eu vou prosseguir com o desafio que eu já teria terminado se o cumprisse regularmente. Estou com algumas ideias para posts, mas me falta tempo. E eu sei que vocês adoram ler os meus artigos motivadores, mas acho que não os estou escrevendo porque me falta um pouco de motivação. É um pouco complicado escrever coisas mágicas e poéticas quando sua cabeça está cheia de questões que o atormentam e você não se sente bem consigo mesma. Acho que atualmente eu preciso ser motivada (ou voltar às sessões de psicanálise talvez).

Mas vamos ao post. Bem, eu vou infringir as regras e vou citar apenas três nomes, não porque não ajam muitas pessoas que eu admire, pelo contrário. Há muitas e eu não quis ser injusta. Citei três nomes que ninguém irá contestar ou se chatear pela importância que cada um exerce (ou está exercendo) na minha vida.




1 – Minha mãe (Coracy) – Ela foi/é minha mãe e meu pai e eu sempre a admirei muito. Ela é meu exemplo de mulher independente e corajosa. O engraçado que os quesitos que eu mais admiro nela são os que ela menos quis para si. Ela sempre diz que queria ser dona de casa e ter uma porção de filhos. Bem, eu sou única filha e ela é uma jornalista incrível e eu tenho muito orgulho dela. Acho que ela me inspirou a ser feminista por me fazer acreditar que a mulher precisa se destacar e lutar por si e não ficar à sombra de um homem.

2 – Meu namorado (Ed) – Sempre achei que o amor dá mais certo quando vem com a admiração. Eu o admiro pela paciência, pelo senso de humor, seus talentos artísticos (que ele nega que tem), pela sua inteligência, sua sensatez que está sempre em parceria com a sensibilidade e por tudo mais o que o torna perfeito aos meus olhos.


3 – Minha orientadora (Sheila) – ela e o tipo de mulher que eu olho e penso: “Quero ser uma profissional assim!”. Acho incrível como uma mulher pode ser tão inteligente! Eu a escolhi como minha orientadora por essa razão.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Últimas "aquisições"

Este é um típico post "bobo" que só serve para eu mostrar algumas coisas que eu estava muito ansiosa por mostrar. 




1 - Essa foi uma almofada de crochê que eu fiz aproveitando uns restos de lã que eu tinha aqui em casa. Gostei dela porque ficou com um ar meio hippie.






2 - Eu me apaixonei por esses sapatos. E algumas vezes as paixões estão em promoção. ^^


3 - Essa foi a minha "Coraline" que eu ganhei de presente da Paula. Feita por ela.

Espero que vocês tenham gostado das minhas últimas "aquisições".

Achei que nas férias eu teria mais tempo para postar e... Bem, estou tentando me organizar para isso.

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