sábado, 27 de abril de 2013

Semana 35: Minhas piores compras foram...





1 – Aparelhos de ginástica – Eu não sou do tipo animada para malhar em casa então...

2 – Meus tênis da Coca-cola – eles são lindos, eu amei a estampa... Mas são muito duros e desconfortáveis e eu já tentei de tudo para amaciá-los e nada.




3 – Roupas bonitinhas e de qualidade duvidosa – Já me aconteceu algumas vezes e o arrependimento não demorou uma semana.

4- Alguns DVDs – Alguns que eu assisti uma única vez e nunca mais.

5 – Acessórios que eu achei bonitos mais que não combinavam com nada do que eu tinha – Quem nunca?

Imagem: We heart it

terça-feira, 23 de abril de 2013

Diário da Madrepérola - Piquenique na Chácara

Querido Diário,

Nesse último sábado fomos fazer piquenique na chácara da avó da Paula. Usei pela primeira vez um outfit totalmente Mori Girl. Fiquei bastante empolgada em montar meu outfit, o único problema foi que a minha blusa ficou abrindo e tive que comprar um broche de última hora. A costureira não acertou no trabalho dessa vez, mas tirando isso gostei bastante do resultado do outfit.
Estávamos em quatro pessoas: A Paula, a Jaque Mackievicz, o Ed e eu. Claro que meu namorado é um fofo e sempre me acompanha.



 

Tenho gostado muito da ideia de usar elementos de sobreposição como xales, ponchos e casaquinhos. Vou querer adquirir outras peças como essas.



(A foto saiu tremida e foi tirada acidentalmente, mesmo assim eu adorei)





Para essa ocasião eu fiz bolo de baunilha com cobertura (que era para ficar azul, mas ficou verde) e confetes de coração.





A Paula e a Jaque.




Combinamos de dizer que tinha chá preto nas xícaras, mas na verdade era coca-cola. Opsss...


Foto indecente do evento. Meninas graciosas não mostram seus bloomers!!


 

Como um extra a foto do Lookbook e o rundown do meu outfit

Blusa: Costureira
Saia, gola, enfeite de cabelo e o broche da bolsa: Feito por mim
Xale: Comprado de uma senhora que vendia artesanatos em Campos do Jordão
Meias: Pernambucanas
Bolsa: Lojinha de artesanato da minha cidade
Botas: Lady Satt
Brincos: Off-brand
Pulseira: Le Café

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Daily Outfit - Sábado no Shopping

Postagem atrasada, mas vamos lá...

No sábado dia 13. Eu sai com o Ed e a Paula para ir ao shopping comer alguma coisa e passear. Este foi o meu outfit. Ficou simples e com uma inspiração Vintage. 

Demorei um pouco para postar porque eu estava bem ocupada com as coisas da faculdade.


Regata: Era da minha mãe
Saia: Pernambucanas
Coletinho: 25 de Março
Meia-Calça: Lupo
Botas: Lady Satt
Bolsa: Off Brand
Anel de Passarinho e Brincos de Camafeu: De uma lojinha de bijuteria qualquer

Fotos Extras:


Paula e eu.


Ed e eu


Ed Comendo minha cabeça.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Semana 34:

Livros que eu acho que todo mundo deveria ler...

Esse foi um dos desafios que mais gostei de cumprir porque fala de uma das coisas que eu mais gosto: ler.



1 – Feliz Ano Velho – Marcelo Rubens Paiva: Quem recomendou que eu lesse esse livro foi minha mãe. É uma autobiografia e conta a história de um jovem que ficou paraplégico depois de um acidente num lago. A partir do fato do acidente ele começa a contar sua história. Marcelo Rubens Paiva é filho de deputado federal Rubens Paiva desaparecido durante o regime militar.

2 – O Choro no Travesseiro – Luiz Vilela: Luiz Vilela é o escritor com o qual eu estou trabalhando na minha monografia e esse foi o primeiro livro que eu li desse autor. O livro, foi publicado em 1979, é uma novela e conta a história de amigos que sempre se reuniam para jogar sinuca, conversar, beber e desse grupo de amigos se destaca dois o narrador/personagem (que não tem nome) e Nicolau. Boa parte da história acontece no Rei da Sinuca, que era um bar de sinuca onde os jovens iam para jogar e beber. É difícil falar dessa história sem dar spoiler. Eu acho que essa é uma história que todo mundo deveria ler, especialmente os homens – não, esse não é um manual de bom comportamento para eles, mas é porque simplesmente fala de um universo masculino.

3 – O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint Exupéry: um dos livros mais encantadores que eu já li na minha vida!! É uma pena que já tenha ficado meio clichê. É um livro cheio de mensagens fantásticas e que ensina valores importantes sobre valorizar as pessoas e as coisas que amamos, a magia das pequenas coisas.. Não vou ficar horas falando sobre esse livro porque tudo o que eu disser vai parecer batido. Leia-o!

4 – Otelo – Shakespeare: Bem, todos os livros de Shakespeare devem ser lidos, mas eu escolhi este em especial porque é o meu favorito. É uma história que fala sobre Traição e Inveja e do poder destrutivo que elas podem ter. Desde o meu primeiro contato com essa narrativa eu me apaixonei. O casamento contra a vontade do pai da noiva, traição de amigos, suspeita de adultério, crime passional... Esses elementos me atraem muito numa história, e bem.. Shakespeare é Shakespeare, né?

5 – O Retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde – Eu sempre acho importante ler os clássicos e sinceramente eu prefiro os clássicos, não gosto muito da literatura de mercado e não me interesso muito por ler os best-sellers. E este é um dos meus clássicos favoritos. Fiquei imensamente decepcionada com a última adaptação para o cinema que teve dessa história porque simplesmente matou o Dorian Gray. A impressão que eu tenho dessa personagem é que desde o princípio é um demônio com rosto de anjo, desde o principio ele mostrar suas asinhas com os seus joguetes de sedução e sua facilidade de manipular as pessoas e conseguir o que quer com a sua bela aparência. E a descrição física dele é de anjo (cabelos loiros e cacheados, olhos azuis...).

Imagem: We heart it

sábado, 13 de abril de 2013

Cheesecake com calda de morangos e mirtilos

Essa receita eu retirei de uma revista de culinária que a minha tia me deu. Na verdade eu a modifiquei um pouquinho e como deu certo decidi compartilhar com vocês. O grau de dificuldade é médio.

Para essa receita vamos fazer uma massa de biscoito como base, aí vem o cheesecake e a calda; e é montada numa forma de fundo removível de 26 cm de diâmetro.





INGREDIENTES:

Para a massa de biscoito

- 200g de biscoito de maisena triturado no liquidificador (até virar uma farinha)
- 5 colheres de manteiga derretida
- Açúcar a gosto (na receita original não vai açúcar, mas eu gosto de adicionar um pouco porque se não o sabor fica meio sem graça)

Para o cheesecake:

- 1 ricota pequena (com o peso entre 300g e 400 g)
- 1 Caixinha de creme de leite
- 3 pacotes de gelatina em pó sem sabor e incolor
- 2 xícaras de chá de leite
- 2 e 1/2 xícaras de açúcar

Para a calda:

Essa parte não tem medida certa. Eu usei quase uma bandeijinha de morango (deixei alguns para decorar ) e mais ou menos um pires de mirtilo. Um pouco de açúcar e meio limão.

MODO DE FAZER:

Misture o biscoito triturado com a manteiga derretida e o açúcar, unte a forma com margarina e forre o fundo com a massa de biscoito levando ao forno por mais ou menos 10 minutos ou até ficar assada e reserve.  Dilua a gelatina sem sabor conforme as inscrições do rótulo. bata no liquidificador a ricota com o leite e o açúcar, Adicione a gelatina e o creme de leite e continue batendo até ficar homogêneo. Despeje na forma sobre a massa de biscoito e leve à geladeira até ganhar consistência.
Para fazer a calda bata os morangos e os mirtilos juntos no liquidificador com um pouco de água, só o suficiente para bater. Depois coloque a misture numa panela com o açúcar e o limão e leve ao fogo mexendo bem até engrossar, desligue o forno e deixe esfriar. Quando o chessecake ganhar consistência despeje a calda por cima e decore com morangos e mirtilos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Semana 33 – Tenho medo de:

Demorei um pouco para cumprir o desafio dessa semana porque o tema se refere a coisas das quais eu tenho medo. Eu poderia colocar coisinhas como animais peçonhentos ou velejar; mas acho que tudo isso eu posso superar. Então pensei em coisas que eu realmente temia.




1 – Fracasso - tenho medo de chegar a um determinado momento de uma idade mais avançada e pensar “Minha vida é uma droga,! Eu não fiz nada do que eu queria, eu não tenho nada que vale a pena...” .

2 – Solidão - acho que esse medo está associado ao primeiro.

3 – Ficar grávida – Morro de medo disso desde que eu vi pela primeira vez uma cena de parto (na TV, é lógico!! Jamais veria ao vivo!!). Eu sinceramente não quero submeter o meu corpo a algo do gênero. Não tenho vontade de ter filhos e não sou do tipo que acha que uma mulher precisa ter filhos para ser completa, e eu sinto que eu não nasci para procriar; mas se acontecer... Por favor, me deem anestesia geral na hora do parto! Não quero ver nada!

4 – Perder as pessoas que eu amo – creio que esse é um medo bem comum da maioria das pessoas.

5 – Vivenciar eventos paranormais – na minha adolescência isso de certa forma me fascinava, e em algum momento isso deixou de me fascinar e passou a me amedrontar. Eu sempre tento ver as coisas da forma mais cética possível, mas acho que há certos eventos que são difíceis de serem explicados e que realmente assustam, então prefiro evitar.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Chá da Tarde




No bosque perto da minha casa morava uma donzela. Bem, ela se mostrava como uma donzela, mas eu tinha certeza que se tratava de uma criatura mágica. Ela tinha uma aura luminosa, algo de místico e etéreo... Eu a admirava imensamente e certo dia eu a convidei para o chá da tarde. Coloquei a mesa no jardim, usei a porcelana mais elegante, pratiquei os meus mais aprimorados dotes culinários e fiz um arranjo com as suas flores favoritas. Eu a esperei por horas, mas ela não apareceu. Juntei todas as coisas e as guardei com lágrimas contidas nos meus olhos.
Eu estava triste e irritada. Fui dormir cedo aquela noite. Quando me deitei ela veio à minha cama e beijou minha bochecha. Então sussurrou baixinho ao meu ouvido dizendo que tinha adorado o chá e que eu tinha caprichado em cada detalhe. Ela tinha modos mágicos de agir. Sempre se manifestava de forma diferente. Era uma borboleta que pousava perto de mim, uma brisa suave que tocava o meu rosto...
Eu a amava, amava muito! Ela também me amava. E como todo mero mortal eu havia criado uma expectativa de como ela deveria demonstrar o seu amor por mim e somente naquela noite eu percebi que a sua maneira de demonstrar que me amava exigia de mim muito mais sensibilidade para perceber. Ela agia de maneira muito amável, porém pouco perceptiva a olhos frios. 

Imagem: We heart it
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